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Chega de gurus

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Crédito: Magnific
Crédito: Magnific

Nos últimos anos, vimos uma explosão de conteúdos sobre turismo nas redes sociais. Promessas rápidas, fórmulas mágicas, discursos fáceis. Mas a realidade do agente de viagens é bem diferente. O Turismo não é feito de atalhos. Ele é feito de responsabilidade.

Quem está na linha de frente sabe: todos os dias surgem situações complexas, como cancelamentos, alterações, problemas com fornecedores, passageiros inseguros. E, nesses momentos, não existe “hack” que resolva. O que resolve é preparo.

O agente de viagens precisa, cada vez mais, de capacitação séria, baseada em conhecimento técnico, entendimento jurídico, domínio operacional e, principalmente, capacidade de mediação.

Porque vender viagem é só uma parte do trabalho. Saber lidar com os imprevistos é o que realmente define um profissional. E é justamente aí que mora o risco de seguir “gurus” do Turismo.

Muitos ensinam a vender. Poucos ensinam a sustentar a venda quando o perrengue aparece.

O mercado mudou. O passageiro está mais exigente, mais informado e menos tolerante a erros. E isso exige um novo perfil de agente: mais preparado, mais estratégico e mais protegido.

Foi olhando para essa necessidade real que criamos a Universidade Blindada, um portal de capacitação da Protur pensado para o dia a dia do agente de viagens.

Não se trata de teoria distante. É sobre prática. Sobre situações reais. Sobre preparar o agente para o que realmente acontece no turismo Porque, no final, não é quem vende mais que se destaca.

É quem consegue entregar uma experiência completa, inclusive quando algo sai do controle. E isso não se aprende com promessas fáceis. Constrói-se com conhecimento.

O Turismo precisa de menos gurus e de muito mais profissionais preparados.

Lufthansa considera incluir paradas a voos diretos por risco de falta de combustível na Europa

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Lufthansa avalia escalas técnicas para reabastecimento diante da crise global do combustível e risco de escassez na Europa.
Lufthansa avalia escalas técnicas para reabastecimento diante da crise global do combustível e risco de escassez na Europa. Crédito: Divulgação

A Lufthansa avalia implementar escalas técnicas para reabastecimento em voos atualmente operados sem paradas, como parte de um plano emergencial diante do risco de escassez de combustível de aviação na Europa durante o verão do hemisfério norte. A preocupação da companhia está ligada às tensões no Estreito de Ormuz, região considerada estratégica para o transporte global de petróleo.

Durante a apresentação dos resultados financeiros do grupo, o diretor financeiro Till Streichert afirmou que a empresa ainda considera segura a disponibilidade de combustível até o fim de junho, especialmente nos principais hubs da companhia. Mesmo assim, a aérea já trabalha com cenários alternativos caso a situação se agrave nos próximos meses.

O CEO da Lufthansa, Carsten Spohr, explicou que voos diretos podem passar a incluir escalas técnicas para abastecimento caso aeroportos de destino enfrentem dificuldades no fornecimento de querosene de aviação.

A crise no setor energético já provoca preocupação entre companhias aéreas europeias, principalmente pelo aumento nos custos do combustível e pelas incertezas relacionadas ao abastecimento no continente. Estimativas do mercado apontam que cerca de metade do querosene importado pela Europa tem origem no Oriente Médio.

Até o momento, a Lufthansa não informou quais rotas podem ser impactadas pela medida. A adoção de paradas técnicas pode elevar o tempo total das viagens, além de afetar conexões, logística operacional e disponibilidade da frota.

O cenário adiciona mais pressão sobre o setor aéreo europeu em um momento de alta demanda para a temporada de verão, tradicionalmente uma das mais importantes para as companhias do continente.

Setur-SP leva destinos paulistas ao Fórum Eventos em São Paulo

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Fórum Eventos
Evento é considerado um dos principais encontros da indústria de eventos | Divulgação Fórum Eventos. Crédito: Divulgação

A Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) marca presença na 13ª edição do Fórum Eventos 2026, considerado um dos principais encontros da indústria de eventos do Brasil. A pasta participa do evento com um estande de 12 m² dedicado à divulgação de destinos turísticos paulistas, além da apresentação de programas e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do setor no estado. O encontro acontece nesta segunda-feira (11) e terça-feira (12), no Villa Blue Tree, na capital paulista.

A programação reúne executivos de grandes empresas, representantes de agências, organizadores de eventos, fornecedores, rede hoteleira e destinos turísticos de diferentes regiões do país. A participação da Setur-SP ocorre em meio à estratégia do Governo de São Paulo de intensificar ações ligadas ao turismo de negócios, segmento considerado relevante para movimentação econômica e geração de empregos.

Além do espaço de promoção institucional, a secretaria também participa das rodadas de negócios promovidas durante os dois dias de evento. A proposta é aproximar o poder público de lideranças da iniciativa privada e ampliar o diálogo sobre oportunidades ligadas ao turismo paulista.

“A participação da Setur-SP no Fórum Eventos reforça o trabalho que temos desenvolvido na promoção dos destinos paulistas e na estruturação turística das regiões do Estado. Este é um espaço importante para ampliar a articulação com a iniciativa privada, fortalecer parcerias e trabalhar a intersecção entre os diferentes setores, promovendo ações integradas que impulsionem o turismo e a economia”, afirmou Ana Biselli, secretária de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo.

O Fórum Eventos 2026 contará com uma programação voltada à capacitação e à troca de experiências entre profissionais da indústria. Entre os temas previstos estão inteligência artificial aplicada à gestão de eventos, sustentabilidade, inovação, liderança humanizada, tecnologia, gestão de pessoas e estratégias de engajamento.

O encontro deve reunir cerca de 62 palestrantes e promover 20 painéis de conteúdo, além de oficinas práticas, laboratórios de inovação, rodas de conversa e apresentações de cases do mercado de eventos.

Meliá inaugura Innside na Cidade do México com foco bleisure

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InnSide México Roma Norte abre em junho na capital mexicana Crédito: Divulgação/Meliá
InnSide México Roma Norte abre em junho na capital mexicana Crédito: Divulgação/Meliá

A Meliá Hotels International retorna à capital mexicana com a inauguração do InnSide México Roma Norte, marcada para 5 de junho. O empreendimento será o primeiro do grupo na Cidade do México e o nono no país, reforçando a estratégia de expansão urbana em um dos mercados prioritários da companhia nas Américas.

Localizado na Roma Norte, bairro reconhecido por sua arquitetura histórica, oferta gastronômica e cena cultural, o hotel nasce alinhado ao conceito bleisure, que combina viagens de negócios e lazer. A marca InnSide by Meliá, presente em mais de 50 destinos globais, direciona sua proposta a viajantes que mesclam compromissos profissionais com experiências urbanas e lifestyle.

Segundo a companhia, a intensa atividade econômica da capital mexicana, somada à sua agenda cultural e gastronômica, impulsiona a permanência estendida de visitantes e favorece o crescimento do segmento bleisure.

“Com InnSide , reforçamos nossa aposta no crescente mercado bleisure e em um viajante que busca criatividade, flexibilidade e uma experiência local autêntica”, afirma Gabriel Escarrer, presidente e CEO da Meliá Hotels International.

Estrutura e conceito

O InnSide México Roma Norte contará com 91 quartos e foi concebido como espaço integrado à dinâmica urbana. Entre os diferenciais estão rooftop com restaurante e bar, academia, sala de reuniões e lobby com bar e terraço. A proposta privilegia ambientes versáteis que permitem socialização, trabalho e descanso no mesmo espaço.

A experiência será complementada por programação cultural conectada à história e à cena artística local. O desenvolvimento do ativo é liderado pela Onirius, empresa responsável pelo asset management do projeto.

“Hoje desenvolvemos ativos hoteleiros projetados para se integrar ao ambiente urbano e se adaptar às novas formas de viajar. O InnSide Mexico Roma Norte é um reflexo dessa evolução”, destaca Luis Ruiz, sócio da Onirius.

México como mercado estratégico

O México figura como segundo maior mercado da Meliá em volume de receitas e colaboradores. O grupo mantém presença consolidada em destinos como Cancún, Playa del Carmen, Riviera Maya, Cozumel, Puerto Vallarta e Los Cabos.

Além da abertura na capital, a companhia prevê ainda este ano o lançamento do Zel Cozumel e anunciou recentemente a reabertura do Paradisus Cancún após reforma. Também está nos planos a estreia da marca ME by Meliá em San Miguel de Allende.

Lufthansa investe € 70 milhões e lança novo conceito de serviço a bordo

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Lufthansa amplia experiência premium em voos. Crédito: Divulgação/Lufthansa
Lufthansa amplia experiência premium em voos. Crédito: Divulgação/Lufthansa

A Lufthansa iniciou a implementação global do Future Onboard Experience (FOX), novo conceito de serviço de bordo para voos de longa distância, incluindo as rotas para o Brasil. O programa será aplicado em todas as classes de cabine, First Class, Business Class, Premium Economy e Economy, e em toda a frota intercontinental, com ou sem o produto Allegris.

Segundo a companhia, o projeto levou dois anos para ser desenvolvido e representa um dos maiores investimentos recentes na experiência a bordo. Apenas em 2026, serão destinados mais de 70 milhões de euros à renovação do serviço em voos de longo curso.

A implementação do novo serviço premium exigiu substituição ou introdução de 187 milhões de itens de louças e talheres, além da aquisição de aproximadamente 300 mil pratos principais para a Business Class.

O FOX foi estruturado com base em três pilares: personalização, conforto e “Signature Moments”, conceito que reúne elementos exclusivos da marca integrados ao atendimento a bordo. As mudanças envolvem cardápios, utensílios, amenidades e ajustes nos fluxos operacionais.

Na Business Class, o foco está na experiência gastronômica. Os novos menus foram desenvolvidos pelo chef Johann Lafer. Entre as novidades estão a possibilidade de seleção antecipada do café da manhã na noite anterior, opções como smoothies, omeletes e French toast, além do sistema Sky Selection, que permite ao passageiro escolher o momento da segunda refeição. Louças e utensílios foram redesenhados e o serviço de café com bolo passa a integrar o padrão da cabine.

Na Premium Economy, a companhia ampliou o serviço inicial com entrada inspirada na Business Class, três opções de pratos quentes, pão servido aquecido e sobremesas adicionais. Passageiros também receberão chinelos em voos intercontinentais.

Já na Economy Class, a Lufthansa introduziu kits de amenidades em voos de longa distância, incluindo máscara para dormir e protetores auriculares. Em rotas superiores a dez horas, como Frankfurt ou Munique para São Paulo e Rio de Janeiro, haverá três opções de refeições quentes, ante duas anteriormente.

Prédio do último show dos Beatles virará museu de 7 andares

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Capa do álbum Abbey Road do Beatles. Crédito: Divulgação
Capa do álbum Abbey Road do Beatles. Crédito: Divulgação

O edifício onde os Beatles realizaram sua última apresentação pública será transformado em um museu de sete andares em Londres. Com inauguração prevista para 2027, o The Beatles at 3 Savile Row ocupará integralmente o imóvel histórico na Savile Row, endereço que serviu como base de trabalho do quarteto entre 1968 e 1970.

O local foi palco da icônica apresentação no telhado, em janeiro de 1969, considerada o último show ao vivo da banda formada por Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr. A performance durou 42 minutos e foi interrompida pela polícia após reclamações de vizinhos.

Além do concerto, o prédio também abrigou as gravações do álbum Let It Be, realizadas no porão do imóvel. Tombado como patrimônio histórico, o edifício reunirá objetos originais, materiais de arquivo inéditos e exposições imersivas dedicadas à trajetória do grupo.

Experiência do térreo ao telhado

Segundo Paul McCartney, os visitantes poderão percorrer os diferentes pavimentos da mansão até chegar ao topo, onde será possível acessar o telhado e reviver simbolicamente a última apresentação. “Os turistas vêm à Inglaterra e podem ir até a Abbey Road, mas não podem entrar no prédio”, afirmou o músico à BBC. Ele destacou que a abertura do museu permitirá uma experiência mais organizada para fãs que hoje visitam a famosa faixa de pedestres.

O espaço contará ainda com loja de produtos oficiais e licenciados. “Você precisa de um souvenir”, declarou McCartney.

Após a separação da banda, o imóvel permaneceu sob controle dos Beatles até ser vendido em 1976. A iniciativa de recomprar o prédio partiu do CEO da Apple Records, Tom Greene, que sugeriu a aquisição a McCartney no ano passado.

O projeto reforça a estratégia de valorização do legado cultural do grupo, considerado uma das maiores bandas da história do rock. O endereço se soma a outros pontos turísticos ligados aos Beatles em Londres, ampliando a oferta de atrações voltadas ao turismo cultural e musical na capital britânica.

Dona da Gol questiona no Cade acordo entre Azul, American Airlines e United

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Abra pede participação em análise do Cade sobre investimento de American e United na Azul e cita impacto concorrencial. Crédito: Gerado por Inteligência Artificial
Abra pede participação em análise do Cade sobre investimento de American e United na Azul e cita impacto concorrencial. Crédito: Gerado por Inteligência Artificial

A Abra Group, holding responsável pelo controle da Gol Linhas Aéreas e da Avianca, manifestou preocupação com os impactos concorrenciais dos investimentos anunciados pela American Airlines e pela United Airlines na Azul Linhas Aéreas.

As companhias norte-americanas anunciaram, no início deste ano, acordos para aquisição de participações minoritárias na Azul como parte do processo de reestruturação financeira da aérea brasileira nos Estados Unidos.

O investimento da United já recebeu aprovação unânime e sem restrições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em fevereiro. Agora, a Abra busca ingressar como terceira interessada na análise envolvendo a American Airlines, o que permitiria acesso ao processo e apresentação de estudos e argumentos concorrenciais.

Em documentos encaminhados ao Cade, a holding afirma que a operação não poderia ser interpretada apenas como um investimento financeiro passivo. Segundo a Abra, o acordo prevê participação da American em um comitê estratégico da Azul, o que, na avaliação da empresa, garantiria influência relevante sobre decisões operacionais.

A holding argumenta que a presença simultânea de American e United em estruturas ligadas à gestão da Azul poderia reduzir a rivalidade entre as companhias em um dos principais mercados internacionais operados a partir do Brasil: as rotas entre o país e os Estados Unidos.

Além disso, a Abra menciona que o cenário concorrencial já inclui a parceria comercial existente entre Delta Air Lines e Latam Airlines, estruturada por meio de acordo de joint business.

Segundo informações do Brazil Journal, a preocupação da Abra está relacionada ao nível de concentração no corredor aéreo entre Brasil e Estados Unidos. A holding avalia que dois grandes grupos passariam a ter influência significativa sobre parte relevante da operação internacional.

A Abra também pretende sugerir eventuais medidas compensatórias ao Cade. Entre as possibilidades citadas está a criação de mecanismos comerciais, como acordos de codeshare envolvendo a Gol.

Aportes fazem parte da reestruturação

Atualmente, a United Airlines possui participação de 8,7% no capital da Azul. A American Airlines deverá atingir percentual semelhante caso a operação seja concluída. As duas empresas se comprometeram com aportes de US$ 100 milhões cada na companhia brasileira.

Ao defender o acordo junto ao Cade, a Azul Linhas Aéreas afirmou que o investimento representa etapa essencial do seu processo de reestruturação financeira e busca garantir estabilidade operacional e sustentabilidade de longo prazo.

A empresa também argumenta que a parceria poderá ampliar a oferta de viagens, aumentar conectividade e gerar benefícios comerciais aos passageiros.

Nos autos do processo, a Azul negou que os acordos representem controle compartilhado da companhia, afirmando que American e United não terão poderes de veto ou influência decisória sobre temas estratégicos.

Nos bastidores do setor, também surgiram informações sobre conversas preliminares entre American e United nos Estados Unidos envolvendo uma possível fusão. A proposta, segundo relatos publicados pela imprensa internacional, não avançou. O CEO da American, Robert Isom, chegou a declarar que a combinação poderia ser “ruim para os clientes e ruim para o setor”.

Fab investiga causas do fechamento de espaço aéreo de SP

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Episódio em abril provocou paralisação temporária do espaço aéreo paulista Crédito: Vinícius Pimenta/pexels
Episódio em abril provocou paralisação temporária do espaço aéreo paulista Crédito: Vinícius Pimenta/pexels

Uma falha no sistema de ar-condicionado desponta como principal hipótese para o fechamento do espaço aéreo do Estado de São Paulo ocorrido em abril, episódio que completa um mês nesta sexta-feira (8). A interrupção provocou mais de 300 cancelamentos de pousos e decolagens, além de reflexos em aeroportos de outros estados.

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), da Força Aérea Brasileira (FAB), instaurou investigação para apurar as causas do ocorrido. O inquérito ainda não foi concluído, mas, segundo apuração, os técnicos concentram esforços na análise de um possível mau funcionamento do sistema de climatização.

O fechamento do espaço aéreo foi determinado após funcionários responsáveis pelo auxílio à aproximação de aeronaves no Aeroporto de Congonhas identificarem fumaça nas instalações. Diante da suspeita de princípio de incêndio, foi acionado o protocolo de evacuação, com interrupção imediata das operações.

Protocolos de segurança e impactos operacionais

A medida preventiva levou à paralisação temporária de pousos e decolagens, gerando efeito cascata na malha aérea nacional. Companhias precisaram cancelar ou reprogramar voos, afetando passageiros em São Paulo e em outros estados.

Durante o primeiro mês de investigação, especialistas avaliaram diferentes hipóteses técnicas para a origem da fumaça. Até o momento, a possibilidade de falha no ar-condicionado é considerada a mais consistente. Ainda serão realizadas avaliações complementares, incluindo testes e inspeções adicionais, para confirmar a causa.

O caso reacende debate sobre a importância da manutenção preventiva e dos protocolos de contingência em estruturas críticas da aviação. O espaço aéreo paulista concentra alguns dos principais aeroportos do país, como Congonhas e Guarulhos, e exerce papel estratégico na malha doméstica e internacional.

A conclusão da investigação será determinante para eventual revisão de procedimentos operacionais e reforço de medidas de segurança, caso confirmada a origem do problema.

Tour House investe em tecnologia própria para transformar experiência em viagens corporativas

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Tour House aposta em tecnologia própria para evoluir UX em viagens corporativas
Gian Terhoch, CEO da Tour House Viagens Corporativas. Crédito: Divulgação

A Tour House Viagens Corporativas intensificou os investimentos em tecnologia própria para modernizar a experiência de compra no segmento de viagens corporativas. A empresa passou a operar com uma Online Booking Tool (OBT) desenvolvida internamente, com foco em tornar os processos de reservas e emissão de viagens mais simples, intuitivos e ágeis para o público executivo.

A iniciativa surge em um cenário no qual as plataformas corporativas ainda costumam apresentar sistemas mais rígidos e menos flexíveis do que os modelos já consolidados no turismo de lazer. A proposta da Tour House é aproximar a experiência corporativa da praticidade encontrada em aplicativos e canais voltados ao consumidor final.

A plataforma já está integrada à operação regular da empresa e contempla funcionalidades para reservas de hotéis, aluguel de veículos e compra de passagens aéreas. Por ter sido criada pela própria companhia, a ferramenta permite implementação mais rápida de melhorias e novas funcionalidades.

“Hoje o usuário está acostumado a uma experiência extremamente simples quando compra uma viagem de lazer. No corporativo, isso ainda não acontece na mesma intensidade. Nosso objetivo com a OBT é reduzir essa distância. Ao desenvolver uma plataforma própria, ganhamos velocidade para evoluir a experiência de forma contínua, baseada no comportamento real dos nossos clientes. Isso muda completamente a forma como o produto evolui”, comenta Gian Terhoch, CEO da Tour House Viagens Corporativas.

Plataforma já movimenta parte do faturamento

Segundo a empresa, a OBT já representa cerca de 8% do faturamento total movimentado pela operação. A expectativa é que esse percentual alcance 20% até o fim de 2026, acompanhando a adesão crescente dos clientes corporativos aos canais digitais.

Para Gian Terhoch, o avanço da plataforma reflete uma transformação no comportamento do viajante de negócios, que passou a exigir jornadas mais rápidas e menos burocráticas durante o processo de compra.

“Essa estatística reflete o constante desejo do viajante corporativo por canais de vendas de viagens simples e funcionais, com sistemas intuitivos e ágeis, que reconstroem e elevam a sua experiência de navegação nas plataformas de reservas, como já é observado no setor de lazer”, afirma o executivo.

A empresa também informou que a ferramenta faz parte de uma estratégia mais ampla de desenvolvimento tecnológico prevista para este ano. A ideia é lançar novos produtos voltados à otimização da experiência corporativa.

“A expectativa é que possamos apresentar, ao longo do ano, mais ferramentas para tornar o fluxo de compra e reserva de viagens corporativas ainda mais fluido, intuitivo e funcional”, finaliza Terhoch.

Azul Fidelidade passa a permitir resgates com pontos e dinheiro parcelado

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Azul Fidelidade amplia opções de resgate no Shopping Crédito: Divulgação/Azul
Azul Fidelidade amplia opções de resgate no Shopping Crédito: Divulgação/Azul

O Azul Fidelidade anunciou o lançamento de uma nova modalidade de pagamento que combina pontos e dinheiro para resgates no Shopping Azul Fidelidade. A novidade entra em vigor de forma gradual ao longo de maio e estará disponível para todos os clientes do programa.

Com o novo modelo, o participante poderá utilizar parte do saldo em pontos e complementar o valor da compra com pagamento em reais, via cartão de crédito. A parcela em dinheiro poderá ser dividida em até seis vezes sem juros, ampliando a flexibilidade nas transações.

A iniciativa contempla os mais de 550 mil produtos, serviços e experiências disponíveis na plataforma de e-commerce do programa de relacionamento da Azul. A proposta é facilitar o acesso ao catálogo para clientes que ainda não possuem saldo suficiente para realizar o resgate integral em pontos.

Segundo Cristina Yoshida, diretora do Azul Fidelidade, a mudança amplia o alcance comercial da plataforma. “Essa inovação amplia as oportunidades para que novos Clientes utilizem o Shopping Azul Fidelidade com mais flexibilidade ao resgatar os mais de 550 mil produtos, serviços e experiências com pontos e dinheiro”, afirma.

A executiva destaca ainda que a medida fortalece a relação com parceiros comerciais do programa.

O modelo híbrido de pagamento acompanha tendência observada em programas de fidelidade, que buscam aumentar a conversão de pontos e estimular o uso recorrente da plataforma.